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Facebook é processado pelo uso da marca 'Timeline', diz site

Nome da nova página do usuário coincide com o de empresa de Chicago.
Função foi anunciada no último dia 22, em uma conferência do Facebook

O Facebook está sendo processado por uma empresa de Chicago pelo uso da marca 'Timeline', segundo o TechCrunch. A rede social anunciou o a nova página pessoal do usuário, uma espécie de linha do tempo, no último dia 22 e a batizou de "Timeline".
A Timelines, empresa cujo site permite que as pessoas gravem e compartilhem eventos pessoais ou históricos, alega que a nova ferramenta do Facebook poderá chegar a eliminá-la de seu negócio.
"Tendo em vista o tamanho e o alcance do Facebook, o uso da marca Timeline pela rede social eliminará a Timelines e deixará o público com a impressão de que a empresa é, de alguma maneira, filiada ao Facebook", diz o processo, segundo o blog.
O TechCrunch afirma que a ação judicial também informa que o Facebook pegou para si a URL Facebook.com/timelines, que anteriormente era usada como página principal da empresa de Chicago.

 

 

Apple perde direito de uso da marca iPad na China

Tribunal local rejeitou ações da "maçã" contra empresa local alegando que fabricante do tablet adquiriu os direitos apenas de uma subsidiária; cabe recurso

Um tribunal chinês rejeitou as ações judiciais da Apple para ter controle sobre a marca iPad na China. Com isso, uma pouco conhecida empresa local continua a ser "dona" do nome. O próximo passo? Tenta banir o famoso tablet no País (ou conseguir um bom dinheiro em um acordo, claro).

O tribunal de Shenzhen, na China, afirmou nesta terça-feira, 6/12, por meio de uma declaração online que rejeitou os dois processos de marca registrada da Apple contra a empresa local Proview, que fabrica monitores e atualmente enfrenta dificuldades financeiras. Em 2001, a Proview fez o registro para as marcas “iPAD” e “IPAD” na China, que depois foi usado sem sucesso no lançamento do tablet da própria fabricante chinesa.

A corte afirmou que, em 2009, uma subsidiária da Proview em Taiwan vendeu os direitos de marca registrada para uma empresa inglesa chamada IP Applications. No ano seguinte, essa companhia então vendeu os direitos de marca para a Apple.

Mas, ao rejeitar os processos, o tribunal chinês afirmou que mesmo a Apple tendo assinado um contrato pelos direitos da marca, isso foi feito apenas por meio da subsidiária da Proview em Taiwan. A própria Proview não participou de nenhuma negociação de marca registrada, nem transferiu formalmente os direitos autorais. Como resultado, o contrato não tem validade legal, de acordo com o tribunal.
O advogado representando a Proview, Xiao Caiyuan, afirmou que a Apple ainda pode apelar da decisão da justiça. Mas, enquanto isso, a Proview já entrou com um processo na China contra a Apple, que deve ir a julgamento, segundo o advogado.
Caiyuan se recusou a oferecer detalhes sobre o processo. Mas afirmou que a Proview busca proibir a Apple de vender seu iPad na China, por causa de violações de marca registrada. “Como a Apple é uma empresa muito influente, ninguém quer pensar que eles estão agindo de forma irracional. Mas neste caso eles realmente estão agindo dessa forma”, disse.
Segundo a agência Reuters, a empresa pede uma indenização de 1,5 bilhão à Apple pelo uso indevido da marca na China.
O iPad é o tablet mais vendido na China, dominando o mercado local com uma participação de 74% no segundo trimestre, de acordo com a consultoria Analysis International.

A Apple se recusou a comentar o caso.

 

 

Twitter entra em acordo com a agência Twittad pelo uso da marca Tweet

Com o Twitter existindo há pelo menos cinco anos, todos acreditariam que a empresa é a dona da marca Tweet. No entanto, eles só foram capazes de usar o termo legalmente como seu depois de entrar em acordo com a sua agência de publicidade, a Twittad.

A rede social estava em uma disputa legal pelo uso do termo “tweet”. O nome havia sido legalmente registrado pela Twittad, uma pequena empresa que fornece anúncios publicitários por meio de tweets regulares, pelos quais os usuários pagam uma taxa.
O Twitter tentou reconhecer a mesma marca em 2009, mas seu pedido foi suspenso duas vezes consecutivas pelo Escritório de Patentes dos Estados Unidos, com a justificativa de que a marca já tinha a patente reconhecida.

Para conseguir a legalidade do uso do termo, a rede social afirmou que a palavra “tweet” era conhecida antes mesmo de outras empresas pedirem o reconhecimento do termo como marca própria.

Como tal, o uso prévio e de longa data pôde sugerir que a rede social tem os direitos legais sobre o termo, embora, sem dúvida, a palavra seja genérica o suficiente para ser associada a outras empresas e a outros significados.
Para conseguir a patente do termo, a empresa bloqueou a conta da Twittad e entrou com uma ação. O projeto legal determinava que a outra empresa proprietária da marca "ameaçava bloquear o Twitter de seu registro e do uso legítimo da sua marca própria”.
Após muita briga, as empresas entraram em acordo nesta terça-feira e a rede social vai restaurar a conta da agência de publicidade. Além disso, a Twittad se recusou a dizer se o Twitter pagou uma compensação monetária pela aquisição da marca, citando um acordo de confidencialidade.
Enquanto isso, o porta-voz do Twitter, Lynn Fox confirmou que eles "chegaram a uma resolução com a Twittad, que reconheceu o uso consistente do termo “tweet”, apoiando o sucesso entre os parceiros da rede social".

 

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